Mais outro dia perdido.
Vejo pela janela os tantos coloridos que passam lá em baixo, misturando cores, pigmentos, matizes, silhuetas, ao asfalto e calçada que irradiam um calor não tão quente do Sol de inverno. Mas o céu está lindo, reluzente. Consigo avistar o vulto de um prédio enorme a algumas quadras. A poluição não está tão forte este ano. Lembro-me bem de seu contorno, de seus vidros espelhados, isolando tantos semblantes carrancudos por conta de ganhos pífios na última rodada de negociações de valores através das rentabilidades casuais de um mega investidor. Não sei prá que tanta preocupação, sendo que o dinheiro não existe, é irreal.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
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