Suo, brigo com o programa que subtamente para de responder aos inúmeros berros silenciosos (não posso incomodar os outros nos pensamentos de cair fora o quanto antes desse inferno de se conseguir o pão de cada dia) por conta de uma execução de tarefa imprópria. Como pode ser imprópria? E quem executou tão improvável tarefa? Eu não fui...! (...) Esse mundo de telas cheias de informações para encher a cabeça de preocupações não é prá mim.
Ainda tenho saudades daquele tempo em que para se saber de uma novidade realmente interessante, corria-se até a praça, depois de ouvir alguém que ouviu de outro que disse que era segredo para sei lá quem depois de inúmeras incursões verbais por assuntos excusos, só para se desabafar o peso da consciência por não poder segregar a promessa de confiabilidade da necessidade de se acabar com aquele mal, que atormentava nas noites mal dormidas, ainda mais depois de brigas boçais com o cônjuge por conta de simples imaturidade de se perceber que são picuinhas que os outros falam pelas costas, já que não são teorias revolucionárias locais trazidas por fofocas das pessoas que se debruçavam nas janelas em busca de qualquer movimento atípico do público passante, que ali se defrontavam na análise minunciosa, da cabeça aos pés, desses sedentos por outra discussão inflamada de quem é o culpado por mais um boato infundado (ou não) após inúmeros pontos aumentados e super inflacionados pelas mentes criativamente maliciosas ou maldosas ou ambas.
O que me resta agora é relatar todos os brilhos das sacadas iluminadas que celebravam a chegada de outro ciclo anual de um amiguinho vizinho que era a obrigação ir parabenizá-lo, mesmo após ele ter zombado da minha obra de arte, palavras de mamãe, feita em sala de aula. Talvez a única vantagem desse social altamente infeliz era poder ver a irmã que tinha 5 ou 10 anos a mais do que aquele que considero o grande motivo de minhas anomalias comportamentais perante os fedelhos que sombavam dos meus afazeres, ela usando aquelas roupas de rebelde, moderna para a época, mas muito antiquada para hoje em dia.
Quem sabe mesmo o que me resta é lembrar das brincadeiras dos garotos em pegar os palitos de sorvete e construir fantásticos brinquedos improvisados totalmente babados. O melhor mesmo era realmente chupar o sorvete... Nã, eu gostava muito de tentar fazer algo útil com os fixadores de sorverte, não jogando no lixo após sorver o último sabor vindo da gota absorvida pela madeira, infelizmente nunca conseguia concretizar qualquer feito importante com aquela tentativa de construção primária.
E eu aqui, agora, xingando a mãe do cara que fez o programa executar uma tarefa imprópria e travar, mostrando a mensagem que tenho de perder minhas informações não salvas. Mas a mãe dele, coitada, não tem a ver com esse cara. Aliás, tem. O fez. Se for assim, devo xingar também a bisavó dele. E vou além das gerações... acabo xingando a mim, já que no começo de tudo fomos vindo da antropogênese divina ou neo-darwinista, de acordo com a crença de cada um...
...dane-se! Meu chefe que espere o relatório maldito sobre as cotações para o páreo de pulgas cegas malasianas...
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
E o trabalho realmente motiva o ócio
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